Blog da Morena

Depois de anos de espera... Começou o BOOM dos imóveis

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22 Set

Você simplesmente não pode ignorar a valorização que está por vir. Perder esse bonde pode ser um erro irreparável no seu patrimônio.

Caro leitor,

 

Você está cogitando a possibilidade de comprar uma casa ou apartamento?

 

Quer diversificar o seu portfólio com imóveis?

Está preocupado com a queda da taxa de juros e a perda da rentabilidade do seu dinheiro?

Pois saiba que, depois de anos em compasso de espera, estamos diante de uma oportunidade sem precedentes no setor imobiliário.

É o NOVO BOOM dos imóveis no Brasil.

Você simplesmente não pode ignorar a valorização que está por vir. Perder esse bonde pode ser um erro irreparável no seu patrimônio.

 

O preço dos imóveis vai subir. E subir muito.

 

Não apenas os imóveis residenciais. Empreendimentos comerciais negociados por meio de Fundos Imobiliários e Ações ligadas ao setor também terão seu período de ouro.

Parte importante do seu patrimônio deve migrar para imóveis imediatamente.

Da última vez que se abriu uma oportunidade similar, algumas pessoas construíram verdadeiras fortunas em pouco tempo.

Quem teve a atitude e agiu na hora certa fez seu pé de meia para a vida toda.

 

Algumas pessoas mais do que triplicaram o valor investido em 4 anos.



Veja, não estou falando apenas de casas ou apartamentos que custam centenas de milhares de reais ou mais.

Isso mesmo. Investir no setor imobiliário é muito mais do que a compra de um apartamento para alugar.

Existem inúmeras formas de aproveitar a oportunidade que se formou. O momento é único para o setor.

Se existe uma alocação ideal para você conseguir maximizar os ganhos e controlar os riscos em outros tipos de ativos, como Ações, Renda Fixa, Opções… por que seria diferente com imóveis?

Ganhar dinheiro com imóveis vai muito além de comprar aquele apartamento oferecido por um corretor amigo da família. Porém, pode ser muito mais simples e rentável do que qualquer outro tipo de investimento.

 

Principalmente quando estamos diante de um NOVO BOOM.

 

Parece exagero? Saiba que até o analista da Empiricus responsável pelo conteúdo de imóveis foi às compras. Daniel já garantiu seu imóvel antes da disparada dos preços.

O momento é tão promissor que ele próprio acelerou seu planejamento e adquiriu um apartamento no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

 

O Fim do dinheiro fácil na Renda Fixa

 

Todos os indicadores apontam para uma taxa de juros próxima de 7% no final do ano.

Podendo, ainda em 2017, atingir o menor nível da história.

Isso impacta, direta ou indiretamente, todos. Inclusive você.

De um lado, juros mais baixos estimulam o investimento, aumentam a demanda e o consumo. Enfim, fazem a roda da economia girar.

Por outro lado, remuneram menos suas aplicações em Renda Fixa.

Ao que tudo indica, a farra de rendimentos de 2 dígitos ao ano sem o menor trabalho não vai voltar tão cedo.

Mas para a nossa sorte, uma combinação de fatores deixou o cenário perfeito para o NOVO BOOM dos imóveis.

Dessa forma, é possível encontrar um destino sólido e rentável para o seu dinheiro.

Se você tem algum dinheiro investido ou está procurando onde aplicar suas reservas, esta mensagem não pode ser ignorada.

Principalmente diante do momento singular que estamos.

Olhe para as duas imagens abaixo:

Agora lembre o que aconteceu no Brasil nos últimos meses…

Pense também no pior cenário eleitoral que possa se construir em 2018…

Em qual dessas duas imagens passa mais segurança para você?

Imagino que você seja como a maioria e tenha escolhido a imagem da esquerda.

“Isso significa que devo ficar longe de ativos como Ações, Fundos ou Títulos Públicos e comprar imóveis?”

Não.

Porém, a mesma sensação de solidez que o imóvel transmitiu para você ao analisar as duas imagens acima também é transmitida para os demais ativos.

Com o BOOM dos imóveis que está começando, o preço pode disparar. Todos os tipos de ativos relacionados são beneficiados.

Imagine uma empresa que produz e negocie frangos para consumo. Então, um evento faz o preço das aves disparar.

O cenário econômico passa a ser visto em segundo plano e as ações dessa empresa disparam.

Em outras palavras, o BOOM dos imóveis que está se iniciando não vai fazer apenas os preços das casas e apartamentos subirem…

Vai beneficiar todo o setor.

Veja o gráfico abaixo:

Fonte: Bloomblerg

Trata-se da valorização das Ações de uma construtora brasileira durante o último ciclo positivo do setor imobiliário.

Com perspectivas positivas no setor, os investidores lucraram alto com os papéis de algumas companhias.

Para não restar dúvidas do quanto um BOOM imobiliário é capaz de puxar as empresas envolvidas, veja esse outro gráfico.

Fonte: Bloomblerg

Parece uma cópia do anterior, mas não é.

Trata-se de outra construtora no mesmo período.

Ganhos da ordem de +1.500% em alguns meses.

 

Estamos mesmo diante de um NOVO BOOM imobiliário?

Provavelmente tudo o que você leu até agora esteja fazendo muito sentido…

Mas será que estamos iniciando uma nova escalada dos preços dos imóveis?

É essa resposta que encontraremos agora.

Primeiro, é importante que você saiba quem é autor da tese e quais são suas credenciais para cravar uma afirmação dessas. É claro que Daniel Malheiros não está se baseando em opinião ou achismo.

Sua tese é complexa e leva em conta inúmeros fatores.

Para simplificar os entendimento, vamos aos 2 principais argumentos que provam o excelente prognóstico do setor:

 

1) Queda dos Juros

Juros mais racionais, com taxa de 8,25% ao ano, já são uma realidade no Brasil.
Porém, a queda ainda deve se intensificar.

 

Com juros próximos a 7,00% ao ano, ocorrem algumas mudanças estruturais na economia.

Algumas delas, como o aquecimento da atividade econômica, já foram citadas anteriormente.

Com mais atividade, a renda do brasileiro aumenta, o ambiente se torna mais favorável para investimentos e a confiança retorna.

Isso já é um fator importante. Mas não é o principal.

Outro fenômeno que a queda da taxa básica de juros provoca é o aumento da atratividade da Poupança.

Isso mesmo.

Revertendo uma tendência negativa que foi registrada nos primeiros meses de 2017, maio, junho e julho tiveram captação positiva.

Com mais saldo na velha caderneta, os bancos têm mais recursos para empréstimo imobiliário.

Não que tenha chegado a hora de a Poupança ser uma boa alternativa. Continua sendo um péssimo lugar para o seu dinheiro.

Mas, com a quantidade de brasileiros que não fazem a menor ideia do erro que estão cometendo, a tendência é que a Caderneta aumente a captação líquida daqui pra frente.

Como boa parte dos depósitos em Poupança precisa, por força de lei, ser destinada a empréstimos imobiliários, o setor se favorece desse movimento.

É uma consequência indireta da queda da Selic, que aumenta a quantidade de recursos disponíveis para financiamentos.

Além disso, com a taxa básica de juros em queda, o próprio custo do empréstimo cai. Como sabemos, o crédito imobiliário é fundamental para o resultado do setor.

Já que poucas pessoas compram imóveis à vista.

Maior saldo na Poupança… menor taxa de juros… resultado: mais vendas.

Com um evidente cenário de melhoria na quantidade de vendas de imóveis, chegamos ao segundo fator…

 

2) Queda da Oferta

O aumento da demanda é sempre um fator determinante para o posicionamento de preço de determinado produto ou serviço.

Se mais pessoas querem algo, ele passa a sofrer uma pressão por reajuste de preço.

Porém, temos que olhar também para a outra ponta. Se você espera por um aumento de preço, de nada adianta a demanda aumentar se a oferta também sobe.

Para entender bem isso, basta lembrar o que acontece nas reuniões da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

Se o cartel decide aumentar a produção, o preço da commodity cai.

Independentemente do comportamento do consumo naquele momento.

Com imóveis ocorre o mesmo.

Enquanto as construtoras estiverem com os estoques de imóveis nas alturas, o preço tente a permanecer onde está ou até cair.

Acontece que temos um fato novo que mudará o cenário já nos próximos meses.

 

Não ocorrem mais lançamentos.

Como as construtoras sofreram — assim como quase toda a população brasileira — nos últimos anos, os lançamentos praticamente deixaram de existir.

Afinal, com estoques elevados, um grande número de distratos e incertezas econômicas, é natural que as empresas pisassem no freio.

Lembra como era circular pelas ruas das grandes cidades há cerca de 4 ou 5 anos?

Pessoas se amontoavam com placas e panfletos convidando motoristas a visitar estandes de lançamentos.

E hoje? Você ainda vê tais situações?

Provavelmente não.

Olhe este gráfico:

Os lançamentos de 2015 e 2016 são praticamente 1/4 do que ocorria em 2011.

Como um empreendimento leva de 3 a 4 anos para ficar pronto, o que você acha que vai acontecer daqui pra frente?

Se você respondeu: teremos uma redução drástica na oferta de imóveis novos… você acertou.

 

Os imóveis novos prontos vão desaparecer muito mais rápido do que o mercado imagina.

As entregas em 2018 serão cerca da metade do que foram em 2017. Em 2019, o número de unidades que ficarão prontas despenca mais uma vez.

É provável que os sinais de melhoria na atividade econômica, queda de juros, aumento do emprego e demais efeitos positivos estimulem um crescimento nos lançamentos em 2018, 2019…

Porém, isso só sortirá efeito de aumento da oferta em 2023, 2024…

É como se a “OPEP dos imóveis” tivesse definido em reunião diminuir a oferta.

 

A subida de preços é inevitável.

 

Você consegue resolver problemas como falta de dinheiro para financiamento, juros alto e renda em baixa em poucos meses.

Mas não consegue gerar oferta de imóveis novos com a mesma velocidade.

 

Argumento extra

 

Falei que haviam dois argumentos principais para o aumento dos ativos relacionados ao setor imobiliário nos próximos meses.

Contudo, existem inúmeras outras razões que justifiquem você alocar parte do seu patrimônio em imóveis.

Uma delas tem relação com a maior ameaça ao futuro econômico do Brasil: eleições em 2018.

Quem vai ganhar? Um candidato extremista? Isso pode mexer com as Ações, Títulos Públicos? Há risco de retrocessos?

Isso ninguém sabe.

O que sabemos é que, diante de cenários incertos, faz muito mais sentido que as pessoas migrem para a segurança de possuir um patrimônio como uma casa ou apartamento.

Aumentando ainda mais a demanda por esse tipo de investimento.

Não estou, porém, dizendo que a Empiricus espera que um aventureiro se torne presidente…

Muito menos que acreditamos que uma catástrofe está por vir. Pelo contrário.

Contudo, em se tratando do seu futuro financeiro, não vale a pena correr o risco sem estar preparado.

 

Ou seja, investir em imóveis hoje é se posicionar para ganhar em qualquer cenário.

Se o melhor acontecer, os imóveis e seus ativos relacionados se valorizam.

Se o pior acontecer, os imóveis e seus ativos relacionados também se valorizam.

E não estou comparando os imóveis apenas com Ações ou outros ativos de Renda Variável.

Se engana quem acha que estar posicionado em Renda Fixa é sinônimo de tranquilidade sempre.

Conhece o Tesouro Direto? Tido por muitos como a aplicação mais segura do Brasil, já que o risco é soberano.

Pois bem, num certo 18 de maio… quando uma certa notícia de gravação envolvendo um certo empresário e um certo presidente vazou… um título do Tesouro teve o seguinte desempenho:

Uma perda imediata de -24% em poucas horas. Na RENDA FIXA!

E, nesse mesmo dia, quanto seu imóvel desvalorizou?

 

Nada.

Então, onde você acha que parte importante do seu dinheiro precisa estar agora?

 

Quem mais se beneficia do BOOM

Diante desse cenário, comprar um apartamento como o próprio Daniel Malheiros fez é um excelente negócio.

Mas para que VOCÊ tire proveito disso, não basta apenas concordar com os argumentos. É preciso agir.

Um NOVO BOOM dos imóveis vai acontecer. Seja com você tirando proveito dele ou não.

Em outras palavras, ter parte do seus recursos alocados no setor imobiliário nesse momento faz todo o sentido.

 

 

Fonte:

Daniel Malheiros – Empiricus Research (13 de Setembro de 2017)

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